Usuários acusam Gillete de plagiar filme da adidas de 2014

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Neymar entrou na Copa como o jogador mais caro do mundo, provável craque do torneio e uma das principais atrações. Desastabilizado para ocupar tal posição no futebol, o atleta terminou a disputa desvalorizado, desacreditado e sinônimo de diversas piadas ao redor do mundo.

Para tentar limpar a sua imagem, a Gillete, marca do grupo P&G, criou em parceria com a Grey Brasil um filme que seria um pedido de desculpas do Camisa 10, porém o comercial não caiu nas graças do público.

Acusado de realçar o lado infantil do futebolista, não problematizar a situação, premeditar uma declaração que devia ser feita sem fins lucrativos para o bolso da família de Neymar (Silva Santos) e jogar para baixo mais ainda a popularidade do atacante, o comercial foi alvo de diversas reações.

“Quando uma empresa cola sua imagem à de uma figura pública ela se vale dos atributos da marca daquela figura pública. Antes, jovem talento, “ousadia e alegria” etc. Agora, o do jovem imaturo (o que inclusive ficou claro no texto-desabafo do comercial) que não consegue ser profissional e não aguenta pressão/frustração. Que marca pode tirar vantagem de atributos como esse?”, explica Dani Almeida, jornalista e especialista em influência digital.

Possível cópia

Além da queda na aceitação do atleta e reuniões para entender se a estratégia da empresa foi a mais recomendada, o usuário do Facebook Bruno Lacerda levantou um ponto que nem todo mundo havia reparado.

Por meio de uma justaposição do anúncio atual com um filme de 2014 da Adidas, o publictário e editor página História Além da Capa mostra que as duas produções são muito mais semelhantes do que o recomendável.

Confira abaixo a postagem que já foi vista 63 mil vezes em apenas 17 horas para tirar as próprias conclusões:

Procurada, a Grey, agência responsável pelo comercial, alegou que “nunca atendemos Adidas, tampouco os criativos que atuam com Gillette na Grey. Este é um recurso áudio visual muito comum no meio.” 

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