Post do Senado que alegava morte por maconha é retirado do ar

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É imprescindível perceber que a comunicação se alterou. Até o advento da internet e as redes sociais, o público era obrigado a aceitar com maior passividade o que era transmitido por veículos como a TV. Com a popularização das mídias sociais, o conteúdo compartilhado tem uma resposta imediata cada vez mais horizontalizada e é necessário que as instituições tradicionais compreendam estas mudanças.

A última demonstração dessa alteração aconteceu na página do Senado Federal no Facebook. Compartilhada na segunda-feira (24), uma postagem contra o uso da maconha por ela causar, entre outros malefícios, a morte de seus usuários foi alvo de tantas reclamações que teve que ser retirada do ar um dia depois. Confira abaixo o post que resultou na polêmica:

Compartilhada de tarde, a imagem rapidamente recebeu uma enxurrada de comentários sobre nunca ter sido alegada a morte por hiperdosagem do psicotrópico e a veracidade das fontes utilizadas na pesquisa para a composição da peça.

Obrigada a retirar o conteúdo do ar, a página postou um comunicado sobre o ocorrido e disse que mantém a mesma posição na campanha contra o cigarro, ecstasy, cocaína e álcool. Com 8 mil reações (a maioria delas negativas), até os comentários têm tido um engajamento melhor que o material oficial.

Um destes exemplos, é a resposta da usuária Beatriz Cianci que teve sozinha mais de 11 mil reações. No comentário, ela que diz “Ué! Vocês apagaram o post? Então o mínimo a ser feito é reformular ele, dizendo que a única forma de morrer de maconha é sendo baleado na Guerra ao Tráfico. Mas manter a ignorância da população é o que importa, né?”.

Para entender melhor a discussão, confira abaixo a publicação do Senado:

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