O que muda no Shazam depois da compra pela Apple

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Os boatos de compra do Shazam pela gigante Apple foram confirmados. A união com o app que permite que as pessoas identifiquem qualquer música, programa de TV, filme ou anúncio em segundos, foi anunciado pela própria fabricante do iPhone.

Ainda de acordo com a empresa da maçã, as marcas são “uma combinação natural”. Inclusive em uma declaração de Tom Neymayr, porta-voz da Apple, o Shazam falou sobre a existencia de "planos animadores" em relação à novidade, mas não especificou quais. 

Sobre os aplicativos que funcionam de forma integrada, como Spotify e Snapchat, as informações indicam que essa facilidade pode deixar de existir, assim como a disponibilidade do aplicativo no  sistema operacional Android. Sobre estes dados, a empresa não se posicionou, mas a marca da maça não pode fazer alterações importantes até garantir a aprovação regulamentar.

Shazam, ao levar os usuários à iTunes Store da Apple Inc. para comprar as músicas que identificaram com o aplicativo, tomava uma comissão sobre essas vendas. De acordo com Rich Riley, presidente-executivo da empresa, a marca “vem dirigindo cerca de 10% das vendas de downloads digitais da indústria da música”.

Mas, como serviços de transmissão de música como a Apple Music e o Spotify tornam-se cada vez mais populares, as vendas de downloads de músicas e álbuns se encolheram, uma tendência que Riley disse que estimulou o empurrão de sua equipe para um modelo baseado em anúncios.

O valor da compra não foi divulgado, mas o site TechCrunch informou um preço de até US$ 400 milhões, muito abaixo da mais recente avaliação do Shazam em US$ 1 bilhão.

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