Kodak ressurge das cinzas no ramo das criptomoedas

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A Fênix é um pássaro da mitologia grega que quando morria, entrava em auto-combustão e, passado algum tempo, renascia das próprias cinzas. E para quem achou que a Kodak estava morta (a empresa declarou falência em 2012 diante da revolução digital das câmeras), a compnhia mostra que, assim como a ave, agora talvez esteja em sua fase de renascimento.

A marca acabou de se tornar a mais recente a entrar no ramo da criptografia. A medida fez com que as ações em bolsa da Kodak disparassem 60%, elevando o valor para 5,02 dólares por ação.

Por meio de duas ferramentas, a KodakCoin (moeda) e a KodakOne (plataforma), a empresa busca uma "criptografia centrada na foto para capacitar fotógrafos e agências a terem maior controle na gestão de direitos de imagem". A medida facilitará o registro e licenciamento, além da pesquisa na web por utilização não autorizada.

De acordo com especulações, a intenção também é “criar uma nova economia para [os profissionais] receberem pagamentos e venderem seus trabalhos através de uma plataforma segura".

"Para muitos na indústria de tecnologia, 'Blockchain' e 'criptomoedas' são buzzwords atraentes, mas para os fotógrafos que há muito se esforçaram para afirmar o controle de seu trabalho e como ele é usado, essas palavras-chave são o caminho para resolver o que parecia ser um problema sem solução. A Kodak sempre procurou democratizar a fotografia e tornar os licenciamentos justos para os artistas. Essas tecnologias darão à comunidade da fotografia uma maneira inovadora e fácil de resolver este problema", afirma o CEO da Kodak, Jeff Clarke.

As KodakCoin devem estrear-se nos EUA e Canadá em 31 de janeiro. A venda dos tokens é aberta apenas para investidores credenciados.

A empresa fez uma transmissão ao vivo na CES para falar sobre a nova plataforma, confira.

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