Globo, Infoglobo e Valor Econômico vão oferecer soluções integradas aos anunciantes

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Com um inventário gigantesco para a propaganda e um cardápio variado de produtos, que vão desde o entretenimento ao jornalismo, é natural que o maior grupo de comunicação do País busque soluções cada vez mais integradas. Por essas e outras, a partir de 1º de julho, uma parte do mercado anunciante das organizações Globo passará a operar com uma nova configuração, integrando as estruturas do Valor Econômico, da Editora Globo e da Infoglobo.

Segundo o grupo, o novo desenho vai adequar o atendimento às demandas dos anunciantes, com uma visão integrada de todo o portfólio de jornais, revistas, sites, eventos e projetos especiais. As equipes comerciais serão divididas de acordo com os segmentos de mercado e contarão com o apoio de um time de especialistas em projetos e soluções de comunicação para levar ao cliente a melhor opção, em qualquer plataforma. O comando da área fica nas mãos de Virginia Any, atual diretora de mercado anunciante na Editora Globo.

A consolidação das audiências e plataformas dessas empresas forma números impressionantes. No digital, o grupo passa a ter a 4ª maior audiência na internet brasileira, com 507 milhões de pageviews mensais e alcance de quase 50% da população online. Em jornais e revistas, soma uma circulação de 13,3 milhões de exemplares por mês (IVC e Comscore: abr/2017). São 21 sites, 20 publicações e cerca de 100 eventos que reúnem mais de 550 mil pessoas todos os anos.

Outra novidade anunciada pelas organizações Globo é o G.Lab, o novo estúdio de soluções de conteúdo com estruturas no Rio de Janeiro e São Paulo. A novidade é fruto da fusão de todos os estúdios de branded content do grupo e uma evolução que incorpora novas competências de produção e distribuição de conteúdo. Na prática, é a consolidação de uma tendência poderosa do mercado, na qual os grandes grupos de comunicação passam a se especializar também em gerar conteúdo e soluções para os anunciantes.

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