300 jornais norte-americanos se unem contra Trump

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Desde que Donald Trump iniciou a sua candidatura presidencial, ele reforçou de maneira contraditória a visão de que a imprensa é “inimiga do povo”. Em uma escalada contra os grupos de comunicação, o político reforça a sua bandeira e os jornais estadunidenses começam a questionar essa atitude.

Nesta terça-feira, (14), as tensões se agravaram ainda mais quando o repórter Jim Acosta, da CNN, abandonou uma entrevista coletiva após Sarah Sanders, porta-voz da Casa Branca, não responder sobre questões relacionadas às afirmações contrárias aos objetivos da imprensa em noticiar os fatos.

Como resposta, mais de 300 jornais americanos como The New York Times, Dallas Morning News, o The Denver Post, o The Philadelphia Inquirer e o Chicago Sun-Times publicaram na quarta-feira editoriais em defesa da liberdade de expressão. Com a hashtag #EnemyOfNone (Inimigos de ninguém, em tradução livre), a campanha organizada pelo jornal The Boston Globe teve forte adesão no país

“Insistir que verdades de que você não gosta são 'fake news' é perigoso para a força vital da democracia. Chamar jornalistas de 'inimigos do povo' é perigoso, e ponto final", disse o The New York Times.

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