Usuários reclamam que a nova She-ra da Netflix parece um... desenho

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Durante muito tempo, os conteúdos feitos para as crianças foram extremamente sexualizados. Apresentadoras louras de minissaias, heroínas voluptuosas e protagonistas musuculosos dominavam as opções infantis. Diante de uma mudança de postura social e de uma aceitação de que essa não seja a melhor forma de falar com os mais novos, algumas produções recentes são revistas.

Depois do Cartoon Network anunciar em maio que a série animada Thundercats iria ser relançada com uma nova roupagem e a ala mais saudosa da internet reclamar de que o lançamento roubava a essência original, é a vez de uma parte da web não aceitar as transformações do tempo, desta vez, pelo remake de She-ra.

Popular nos anos 1980, a irmã-gêmea de He-man, conquistou tantas pessoas durante as décadas que a Netflix divulgou em junho as primeiras imagens do show que disponibilizará ainda este ano inspirado na “Princesa Guerreira”. Com traços baseados no conceito de cartoon e medidas menores, a atualizada personagem também gerou o mesmo espectro de críticas.

Para se ter uma ideia a que ponto chegam os comentários tecido em alguns ambientes das redes sociais, confira abaixo a postagem completa que, entre outras afirmações, defende que “Ela não pode ser feminina, não pode ter contornos típicos do corpo de uma mulher, ela tem de fugir aos estereótipos sexistas, GIRL POWER, GIRL POWER...”:

 

 

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