Skol lança filme com personagens reais para questionar estereótipos

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Você entra em uma sala e ali, na cômoda, vê novelos de lã e agulhas de crochê. A quem pertencem esses objetos? Seu consciente rapidamente deve ter chegado à seguinte conclusão: uma mulher, acima dos 60 anos e avó. Certo? Errado. O dono das agulhas é Thiago Rezende, 35 anos, artista plástico. Além dele, outros dois participantes reais foram escolhidos pela Skol para desmistificarem padrões. Com vocês, “Quem é essa pessoa?”, uma série, criada pela F/Nazca Saatchi & Saatchi junto com a produtora Prodigo Films e dirigida por Daniel Klajmic.

O iluminador cênico, Renato Lopes, de 32 anos, que nas horas livres é dançarino de Lindy Hop, um estilo de dança do século 20 e o químico, Luiz Giácomo, de 74 anos, campeão mundial de Patinação de Velocidade também participaram do projeto, cuja proposta é mostrar como todos ainda tiram conclusões precipitadas ao se deparar com elementos que supostamente definem um estereótipo. E como nos surpreendermos ao perceber que ainda vivemos dentro do clichê de que quem vê objeto, ou rosto, não vê nem alma e nem coração.

Sem roteiro definido e sem saber que estavam participando de uma campanha de cerveja, pessoas com os mais diversos perfis foram selecionadas para participar da experiência social promovida pela marca. Três grupos de cinco pessoas foram desafiados a descrever como eram os donos de objetos deixados em uma sala.

Maria Fernanda Albuquerque comenta a ação: “Temos convidado pessoas, de diferentes formas, a quebrarem padrões e experimentarem a viver uma vida com mais respeito e sem estereótipos. Mas, como sempre, queríamos ir além e mostrar como tiramos conclusões rápidas à primeira vista. Acreditamos que abrir cada vez mais frentes de diálogo é a melhor forma de mudarmos essa forma antiga de ver o mundo e passar a enxerga-lo de verdade. E essa é uma transformação que estamos incentivando de dentro para fora em SKOL”.

A surpresa causada nos participantes não trouxe estranheza a Thiago, o artista que faz crochê. "Enfrento isso todos os dias quando faço meus crochês no metrô e no ônibus. As pessoas olham e eu me ofereço para ensinar. Não existe idade ou gênero certo para fazer tricô. É uma atividade para todos e acho ótimo uma marca de cerveja quebrar os estereótipos assim”, afirma Thiago, que dá aulas de tricô e crochê.

“Sair do quadrado para SKOL, é mostrar que não existe idade, padrão, maneira ou hábito certo para ser quem você é e curtir isso da melhor forma possível.  Não dá para colocar ninguém em um quadrado. Se deixe surpreender também", completa Maria Fernanda.

Confira aquie aqui, as outras produções que foram feitas em formato para Facebook.

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