A agência de propaganda como um organismo vivo

Ao invés de apenas anunciar, é preciso acompanhar o consumidor, criar um diálogo, participar da vida dele. Para as marcas, o caminho é buscar relevância no momento atual da comunicação. Cabe às agências ajudarem seus clientes neste processo. A paulistana Arteria, por exemplo, já entendeu esse pensamento e agora se reposiciona como “Lifeshare”.

“Mais do que anunciar, promover, impactar, entregar, imprimir e metrificar, a nossa ambição de participar da vida das pessoas de maneira relevante necessitava de um incremento de propósito”, explica Danilo Fratangelo, CEO da agora Arteria Lifeshare. “Isso nos levou ao novo posicionamento, de buscar ‘Lifeshare’ como um caminho natural para o ‘Market Share’. Assim fica muito mais nítido como queremos chegar até lá”.

Como toda movimentação relevante precisa acontecer primeiro de dentro para fora, a agência começou com a identidade visual da nova marca. Desta maneira, as cores e as listras verticais que formam as duas letras "E" representam a multiplicidade de canais e perfis, uma referência à personalização da abordagem.

Estamos sempre atrás do que definimos como ’a fibra que nos une’ como seres humanos, e não de propaganda.

O reposicionamento traz consigo o que a agência tem feito ao longo dos últimos anos por dentro de sua operação: se estruturar para oferecer verticais de serviços de forma a estar presente em todos os momentos significativos. Isso inclui branding, performance, branded content e CRM. Novos profissionais foram trazidos a bordo para fazer parte do que a empresa considera o time de “conceptors”, ou seja, os líderes de cada vertical. “Estamos sempre atrás do que definimos como ’a fibra que nos une’ como seres humanos, e não de propaganda. O output será sempre o formato que fizer mais sentido para a marca e determinado público, seja lá qual for ele. A tecnologia faz os formatos andarem em paralelo, pois a inteligência é única” defende Danilo.

Para ele, tal comportamento tem trazido uma efetividade muito maior nos processos criativos e um grande desenvolvimento profissional para toda a equipe, que ganha uma visão mais abrangente do cliente e das possibilidades que são infinitas.  “Além de ser ainda mais divertido” reforça. Ele  ainda sugere como a agência que ser reconhecida no mercado. “Como um organismo vivo, que cria as experiências mais encantadoras, que transpiram sentido, para marcas que enxergam um coração batendo do outro lado do e-commerce, do check-out, da concessionária, das 6,3 polegadas do phablet, daquela opinião nas redes sociais ou em qualquer lugar onde ela esteja”, finaliza.

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