Jornalistas mulheres ainda são minoria na grande imprensa

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Apesar de dominarem os bancos das faculdades de Jornalismo, as profissionais da área ainda não alcançaram o número de homens nas redações. Entre os jornalistas brasileiros que atuam em veículos e empresas de comunicação, elas representam 41,8% do total.

A Região Sul é que possui maior diferença, sendo 64% de profissionais do sexo masculino trabalhando em jornais, rádios, revistas, tvs e sites de notícia. Os dados não incluem assessorias de imprensa e departamentos de comunicação de empresas públicas e privadas.

É na televisão que a quantidade de jornalistas homens e mulheres mais se aproxima (50,1% e 49,9% respectivamente). Por outro lado, o rádio continua sendo um ambiente claramente masculino, com as mulheres ocupando apenas 24,6% das posições.

Nas editorias também é nítida a diferença entre os sexos. Enquanto os homens se sobressaem nas áreas de Esporte (84,7%) e Política (60,6%), elas são maioria nas editorias de Economia (51,8%) e Cultura (52,9%).

Em relação às funções exercidas nas redações, as jornalistas preenchem mais de 60% das vagas de Produtor. Porém, cargos como Diretor, Coordenador de Jornalismo e Editor ainda são dominados pelo público masculino, sendo a ocupação dos homens nestas funções de 75%, 66,2% e 53,3% respectivamente.

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