6 tendências do live marketing para o ano da Copa

Copa do Mundo

Listamos seis, não cinco tendências para o live marketing no ano da Copa do Mundo da Rússia. Mas, antes dessas, a principal que nós indicamos é o “otimismo, com comunicação fair play”. Essa é uma tendência global que vai ficar mais nítida na Copa.

O torneio vai ser a primeira Copa do Mundo fair play para a comunicação, porque a gente tem uma nova geração que procura levar a vida sem sexismo, sem distinção de raças, sem sacanear, além de marcas mais politicamente corretas, que agreguem para a sociedade.

Então, acreditamos que veremos nesse ano muita mensagem de otimismo, de senso de comunidade, das pessoas falando sobre ficar junto, de serem mais fortes e muito menos aquela história de alfinetar o outro. A comunicação se torna mais amistosa e friendly.

Abaixo seguem nossos os outros tópicos:

E-sports

E-sports vão mudar a forma de anunciar e de interagir com a marca. O comportamento passa a ser: a pessoa assiste ao jogo real e vai para o game depois. Um exemplo do crescimento do e-sports é que nesse ano será realizado o maior campeonato do game Fifa da história: o Fifa E-World Cup. E-Players serão grandes influenciadores durante a Copa. Outro fato interessante é que o COI está estudando colocar e-sports nas Olimpíadas de 2024 para rejuvenescer os jogos. O Brasil é o terceiro maior consumidor de e-sports do mundo e já começam a surgir por aqui as primeiras arenas especializadas na área. Grande parte do conteúdo mais assistido no Youtube é de e-games. E parte da geração Y consome mais e-sports do que esportes tradicionais.

Live video streaming

Usar conteúdo ao vivo para interagir com os consumidores será uma grande tendência em 2018. O ano será de busca de conexões mais humanas e próximas do público. Pesquisas apontam que em 2020 os streamings serão responsáveis por mais de 80% do tráfego na internet e plataformas como Facebook Live, Instagram Live, Youtube Live serão as protagonistas. Além disso, 80% dos internautas da geração Y preferem ver um vídeo a ler uma matéria. Antes e durante a Copa as marcas serão verdadeiros broadcasters do evento da Fifa. Assistiremos a conteúdos dos jogadores, da Granja Comary, dos estádios e da Rússia.

Micro influenciadores

Cada vez mais os grandes influenciadores perdem espaços com as empresas dando oportunidade para pessoas comuns. As marcas vão trabalhar cada vez mais a timeline de micro influenciadores específicos. Tomemos como exemplo que usuários do Instagram com menos de 1.000 seguidores tem muito mais engajamento: 9.7%. Para os usuários com 1.000 a 4.000 isso cai para 4,5%. Já para usuários com mais de 100.000 seguidores, isso cai para até 1,7%. Durante a Copa veremos torcedores comuns se tornando embaixadores de marcas e disseminadores de conteúdos. O trabalho de mapeamento de influenciadores será cada vez mais preciso e difícil, não existe mais fórmula fácil.

Micromoments x Geolocalização

Não é novidade, mas nesse ano micromoments x geolocalização será mais utilizado do que nunca. Envolve uma comunicação adequada a cada momento do dia de acordo com a jornada do consumidor. Um consumidor normal abre de 70 a 100 vezes o celular por dia. Isso será importante, pois teremos jogos em diversos horários e os consumidores estarão em contextos diferentes.  As marcas terão de adaptar suas mensagens para cada consumidor e também ao modo como ele vai consumir a Copa.

Inteligência artificial

Agora o IBM Watson e outras plataformas estão com os seus APIS abertos, facilitando a vida dos desenvolvedores. Provavelmente 2018 será um ano de muitas novidades e testes com a inteligência artificial em eventos, ativações e promoções. Além, claro, dos robôs para conversação e chatbots, que estarão cada vez mais presentes nas plataformas das marcas. Com certeza teremos diversas marcas interagindo e respondendo as dúvidas dos torcedores em suas plataformas online. Dias e horários de jogos, informações em real time, gerador de memes, tudo isso será personalizado para cada internauta.

Comunicação para geração Z

Isso na verdade já é senso comum. É a Copa do Fair Play na comunicação. Há uma nova linguagem, sem distinção de sexo, sem distinção de raças e mais politicamente correta. Seguindo a tendência, veremos as marcas com ações que promovam o senso de comunidade e não focando em “alfinetar” o outro.

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